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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Conceitos de Ambiente, aplicações e exemplos.

Conceito
    
     O processo de administração estratégica começa com a análise do ambiente, isto é, nesse contexto, o ambiente organizacional encerra todos os fatores, tanto internos como externos à organização, que podem influenciar o progresso obtido através da realização de objetivos da organização.
    Os administradores devem compreender o propósito da análise do ambiente, reconhecer os vários níveis existentes no ambiente organizacional e entender as recomendações das normas para realizar uma análise do ambiente. 
    Embora os procedimentos usados para realizar uma análise do ambiente difiram muito de organização para organização, muitas empresas têm a mesma razão principal para executar tal análise.

Análise do Ambiente Interno
      
    O ambiente interno é o nível de ambiente da organização que está dentro da organização e normalmente tem implicação imediata e específica na administração da organização. A análise interna tem por finalidade colocar em evidência as deficiências e qualidades da empresa que está sendo analisada, ou seja, os pontos fortes e fracos da empresa deverão ser determinados diante da sua atual posição produto-mercado. Essa análise deve tomar como perspectiva para comparação as outras empresas do seu setor de atuação, sejam elas concorrentes diretas ou apenas concorrentes potenciais.

Análise do ambiente externo

   
    A análise do ambiente externo permite a uma organização identificar oportunidades, ameaças e questões estratégicas que poderão afetar seus fatores-chaves de sucesso. Uma vez identificadas as forças ambientais que afetarão o desempenho de uma empresa como um todo, ficará mais fácil a tarefa de minimizar o impacto e direcionar os esforços para os resultados. 

   Esta análise tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a sua atual posição produto-mercado e, também, quanto à sua posição desejada no futuro.


As oportunidades podem ser do tipo:

a) Naturais: as oportunidades naturais são as incorporadas à natureza da empresa.
b) De evolução: as oportunidades de evolução são proporcionadas à empresa através da formação e consolidação gradativa de condições e circunstâncias que tenderão a concretizar uma vantagem definida e concreta.
c) Sinérgicas: as oportunidades sinérgicas proporcionam situações complementares e adicionais para a empresa. Normalmente, provocam modificações na estrutura organizacional e exigem novo setor de conhecimento.
d) De inovação: as oportunidades de inovação normalmente modificam as características econômicas fundamentais e a capacidade da empresa; requerem grande esforço, recursos de primeira classe e dispêndios em pesquisa e desenvolvimento.


Referência:

SOBRAL, F.; PECI, A. Administração teoria e prática no contexto brasileiro. ed. Afiliada, São Paulo

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Demonstrações Contábeis da Empresa Copel Distribuição

      A empresa Copel Distribuição, aumentou suas vendas externas, através da ampliação da base exportadora de produtos, destinos e empresas. Além do número de novas empresas exportadoras triplicar de 336 do ano anterior para 1.020, aumentou o número de pequenas e médias empresas entre as novas, totalizando 90% delas. 
      A diversificação da pauta obteve resultado semelhante, incluindo 600 novos produtos. Dos US$ 96,4 bilhões exportados, US$ 54,4 bilhões foram de bens manufaturados, US$ 28,5 bilhões representaram vendas de insumo e US$ 13,5 bilhões referiram-se a semimanufaturados. 
     O destino das vendas também teve um grande avanço, atingindo países que há bem pouco tempo mantinham volume de comércio pouco expressivo com o Brasil, como é o caso da Polônia, para onde as exportações cresceram 21,4%. Estes acréscimos no volume de exportações, fator que associado ao aumento do crédito especialmente no primeiro semestre do ano contribuiu amplamente para aumentar a produção industrial em 8,3%, foram de grande importância para o crescimento econômico do país e resultaram numa elevação de 5,2% do PIB .


Referências

Documentação da Empresa




terça-feira, 22 de novembro de 2016

Capital Próprio e Capital de Terceiros.

Capital Próprio

  Constituir a riqueza à disposição dos proprietários. É a soma do capital social, suas variações, os lucros e as reservas. Ou seja, é aquele que se originou da própria atividade econômica da entidade, como lucros, reservas de capital e reservas de lucro. Equivale ao Patrimônio Líquido (ou situação Líquida).

Capital de Terceiros

   Corresponde ao passivo real ou passivo exigível (obrigações) da empresa e representa os investimentos feitos com recursos de terceiros.