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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Índices de liquidez das empresas CVC e Elektro Eletricidade S.A

A Elektro Eletricidade e Serviços S.A é uma empresa prestadora de serviço que atua na distribuição de energia elétrica no estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul. É responsável pela distribuição em 223 municípios no estado de São Paulo e 5 municípios do Mato Grosso do Sul. Logo abaixo estão o índice geral, corrente e imediato do ano de 2015, tendo como base a publicação do balanço patrimonial.
Índice geral: 1,397
Índice corrente: 1,289
Índice imediato: 0,333
A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A com sede na cidade de Santo André é uma empresa de prestação de serviço de turismo, compreendendo a intermediação, individualmente ou na forma agregada, vende serviços turísticos dentre eles: passagem área, transporte terrestre, entre outros. Logo abaixo estão o índice geral, corrente e imediato do ano de 2015 tendo como base o balanço patrimonial.
Índice geral: 1,284
Índice corrente: 1,189
Índice imediato: 0,018
Análise
A empresa de prestação de energia elétrica a Elektro Eletricidade e Serviços S.A possui todos os índices superior ao da empresa de prestação de serviço de turismo a CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. O índice de liquidez geral da ênfase a situação a longo prazo da empresa senda a Elektro Eletricidade e Serviços S.A a empresa com o melhor índice. Já o índice corrente maior que 1 demonstra que existe a possibilidade para a liquidação das obrigações, sendo assim as duas empresas possuem essa vantagem. O índice imediato da ênfase na fase imediata das finanças, demostrando a impossibilidade das 2 empresas de pagar suas obrigações de forma imediata.

Referências.
Documentação da empresa
Documentação da empresa CVC



Função de controle.



CONTROLE


Sobral e Peci (2008, P. 231) menciona que “o controle é um esforço sistemático de geração de informações sobre a execução das atividades organizacionais, de forma a torná-las consistentes com as expectativas estabelecidas nos planos e objetivos."
Sobral e Peci (2008) salienta que existem 3 tipos de controle. Se diferenciam entre si, pois socorrem em momentos diferentes na operação. Segue abaixo os 3 tipos e em que momento ocorrem segundo Sobral e Peci.


Quadro 1- Tipos de controle e em que momento ocorrem.
Tipos de Controle
 Momento em que ocorrem.
Controle preventivo
Trabalha com possíveis problemas, antes mesmos de eles acontecerem. É projetado para descobrir os desvios nos insumos a fim de assegurar a reparação antes de que o processo seja iniciado (modelo proativo).
Controle Simultâneo
É o controle continuo das atividades. Tem como objetivo corrigir os problemas conforme vão aparecendo. Esse controle é reativo, pois espera o problema surgir para depois solucionar, antes que não se possa contornar.
Controle Posterior
Também chamado de controle por feedback, avalia o desempenho após a realização. Compara os padrões obtidos com os estipulados antes da realização. Sua função é detectar o motivo dos desvios, fazendo com que a próxima vez em que for realizada esse processo o mesmo problema não ocorra.


Figura 1-Processo de Controle.


Fonte: http://slideplayer.com.br/slide/9224884/


Estabelecer parâmetro de desempenho: tem como função de fornecer os métodos de avaliação que permitem medir e comparar o desempenho. Ele tem origem do objetivo e dos planos.
Medição do desempenho real: é o acompanhamento da execução da atividade. É um processo pelo qual se realiza o processo e se coleta informações, para avaliar o progresso.
Comparação do desempenho com os parâmetros preestabelecidos: nessa parte do processo o administrador compara o desempenho que havia traçado antes de iniciar o processo e avalia os problemas que ocorrem durante o processo.
Implementação de medidas corretivas: é o último passo do processo de controle, as medidas corretivas permitem que os objetivos possam ser alcançados. Não são medidas tomadas previamente pois não se sabe quais desvios irão ocorrer durante o processo (SOBRAL E PECI,2008).

Balanced scorecard

De acordo com Sobral e Peci (2008) o Balanced scorecard foi feito por Robert Kaplan e David Norton, como forma de controlar o desempenho.
De acordo com Sobral e Peci (2008, p.245)
o balanced scorecard procura alinhar a estratégia e as atividades operacionais de forma a garantir que os objetivos estratégicos sejam alcançados. Para isso, desenvolve-se um conjunto de medidas de desempenho que deverão ser controladas pela organização. [...] a partir de uma visão balanceada e integrada de uma organização, o BSC traduz a estratégia em desempenho que podem ser quantificadas e avaliadas.
Sobral e Peci (2008) diz que a perspectiva financeira visa os aspectos financeiros, usando a lucratividade, rentabilidade e liquidez. Perspectiva de clientes, avalia como os clientes veem a organização, utilizando como parâmetros a satisfação, a participação no mercado e imagem. Os processos Internos visa os processos críticos, usando a eficiência dos processos de produção e a qualidade. Aprendizado e crescimento, visa analisar como os recursos e o capital estão sendo usados.

Benchmarking

Na explicação de Sobral e Peci (2008, p.246)
[...] consiste em um processo continuo e sistemático que busca comparar práticas e métodos de trabalho de uma organização com os de outras empresas, de forma a identificar fatores que conduzam a um desempenho superior.”

            Para Sobral e Peci (2008) seu objetivo é promover do aperfeiçoamento dos processos, comparando com o desempenho das outras empresas consideradas excelentes na execução. O benchmarking encoraja as mudanças e as melhorias nas organizações. As empresas escolhidas para o benchmarking não necessariamente são as concorrentes.

Quadro 2- Modalidades do benchmarking
Modalidade
Onde é usada?
Benchmarking organizacional
É usado empresas similares na comparação, buscando a definição das melhores práticas.
Benchmarking de desempenho
Também é utilizado empresas similares, porém essa modalidade usa os parâmetros indicadores de empenho.
Benchmarking de processo
Essa modalidade usa os processos e atividades organizacionais, internamente e externamente fazendo uso dos indicadores qualitativos e quantitativos.

O benchmarking pode ser para diagnosticar os aspectos que necessitam de aprimoramento e para aperfeiçoar os métodos da sua empresa.
Efeitos comportamentais do controle na organização.
De acordo com Sobral e Peci (2008) não se pode ter o controle total das coisas, as pessoas são um fator que é difícil você ter controle, por isso até mesmo o melhor sistema de controle não conseguem garantir o controle eficaz da organização. Deve-se então considerar as seguintes potencias disfuncionais.
  • ·         Comportamento burocrático: é quando os esforços estão focados somente no item que está sob controle. Um exemplo é quando os trabalhadores se preocupam em fazer uma determinada tarefa, mas não procuram métodos para resolver problemas e melhorar a empresa como um todo.
  • ·         Comportamento tático: é quando tentam enganar o sistema de controle, é quando se estipula metas surreais e excessivas onde os funcionários podem não cumprir. Para resolver essa situação eles irão tentar manipular os dados.
  • ·         Resistência ao controle: os funcionários ficam resistentes ao controle pois perdem sua autonomia. O sistema de controle mostra os erros, ameaçando a estabilidade do trabalhador. O sistema também provoca o sentimento de competição entre os membros dessa empresa.

Tudo depende do administrador para que não ocorra esse tipo de situação. Para Sobrael e Peci (2008) é necessário que os administradores sejam flexíveis na sua utilização  e que o controle seja respeitado pelos colaboradores.

Referencia.


SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

domingo, 27 de novembro de 2016

Como os administradores utilizam a função de direção nas empresas.

O estudo da contabilidade e das funções administrativas ajudam o administrador a extrair o melhor de seus colaboradores. Perceberam que a motivação tem um grande poder, mas que não é tão eficaz quando o colaborador tem um problema financeiro. Nesse aspecto é que entra a contabilidade sabendo suas rendas é possível promover pequenas recompensas, já que quando os colaborares estão focados em suas atividades produzem mais e com uma qualidade melhor.  Segue abaixo uma matéria que demostra a medida de uma empresa em relação a este assunto.


 A Relação Entre A Motivação Dos Trabalhadores E A Situação Financeira

Por mais que uma empresa possua amplas políticas de recursos humanos e ofereça os mais variados benefícios, existe um ponto que é o mais relevante para a motivação dos colaboradores, o dinheiro. O gestor não pode se iludir e acreditar que o colaborador está lá só pelo desafio, ambiente de trabalho e liderança. A situação financeira também é um motivo que deve ser considerada para a retenção de profissionais.
 “A partir do momento que as situações financeiras dos trabalhadores estão comprometidas, os mesmos passam a ter foco nesses problemas, afetando diretamente na produtividade, causando uma série de danos de imagem para os profissionais e também para empresa, já que deixam de dar o retorno esperado. Nesse ponto a empresa está prestes a perder parte dessas pessoas e também pode comprometer os resultados”, explica o diretor da Bazz Estratégia em Recursos Humanos, Celso Bazzola.
Assim, as empresas devem pensar na questão financeira em ações como plano de carreira, política clara salarial, oportunidades de crescimento, além, é claro, de educação financeira. Segundo Celso Bazzola, a importância se deve por essa questão impactar nos seguintes pontos:
• Queda no rendimento no seu trabalho e resultados;
• Atinge diretamente o ambiente interno e suas relações com os colegas de trabalho;
• Aumenta os índices de absenteísmo, por causa de interesse e até doenças depressivas causadas por essa instabilidade econômica;
• Eleva o turnover na empresa, impactando nos custos com demissões e outros como treinamentos realizados, custos operacionais de contratação, etc.
“As empresas e, principalmente, a área de recursos humanos possuem papel muito maior do que operacionalizar a área, a qual considero como papel social relevante para sociedade, lembrando que políticas salariais e de benefícios tem grande importância na composição do ganho total do colaborador, porém, se não houverem orientações sobre a melhor forma de investir esses valores pode ocorrer o caos financeiro”, alerta o diretor da Bazz.
É necessária uma nova visão, o que faz da educação financeira uma tendência, tendo a área de RH que incentivar e criar oportunidade para os colaboradores. O que fará com que eles ganhem pelo resultado, mantenham o equilíbrio como forma de utilizar esse ganho adequadamente, elevando a autoestima e mantendo a produtividade, o que também garantirá os resultados para empresa.
Como mudar?
Criar um acompanhamento próximo para os colaboradores é fundamental, onde os índices no desenvolvimento e performance nos resultados são fundamentais para pessoas, portanto a análise e ação perante os indicadores individuais podem aproximar a empresa, onde as questões financeiras também serão identificadas.
Para isto, as empresas devem buscar uma solução ampla para construção desse novo cenário, não somente ter uma visão rasa de participação dos trabalhadores nos resultados e muito menos entender que questões financeiras devem ser tratadas de forma cartesiana (o que geralmente se caracteriza na oferta de crédito consignado), a mudança de comportamento desse trabalhador deve ser prioridade.
Isso deve ocorrer com um projeto de educação financeira comportamental. Outro ponto é que os ganhos não devem ser tratados sem critérios, mas sim de uma forma que o profissional possa participar diretamente do processo de evolução empresarial, auxiliando a produzir e atingir resultados e lucro para a empresa. Isso feito, todos só tendem a ganhar.

Referência.





segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A função de direção nas empresas

DIREÇÃO
Conforme Sobral e Peci (2008, p. 199) “[...] direção é a função da administração responsável pela orientação das pessoas para um propósito comum”.
Sobral e Peci (2008) afirma que para orientar as pessoas é necessário saber suas necessidades, motivar cada um dos participantes, liderar e criar ambientes de trabalho que possam satisfazer os colaboradores. As pessoas são complexas, difíceis de controlar e entender. Esse processo é interpessoal entre empresa e colaboradores.
Motivação
Para Sobral e Peci (2008, p.207) “a motivação pode se definida como predisposição individual para exercer esforços que busquem alcance de metas organizacionais, condicionada pela capacidade de esses esforços satisfazerem..., alguma necessidade individual”.
Para Sobral e Peci (2008, p.2009) “Essa perspectiva é representada por pensadores como Maslow, Herzberg, McClelland, entre outros.”
Segundo Sobral e Peci (2008) a teoria da hierarquia das necessidades, realizada por Abraham Maslow.  Possuímos estímulos internos, no qual ele chama de necessidades. Essa pirâmide possui 5 níveis. 
Figura 1 – Pirâmide de Abraham Maslow.


Um fator só constitui como motivação, quando uma necessidade de nível inferior estiver satisfeita.
 Teoria dos dois fatores
“Seu objetivo era identificar os fatores que causam a satisfação e a insatisfação dos empregados no ambiente de trabalho”¹
Segundo Sobral e Peci (2008, p.210)

[...] a satisfação e insatisfação no trabalho decorrem de dois conjuntos substancialmente diferentes e separados de fatores”. Fatores higiênicos referem-se ao conjunto de fatores que são responsáveis pela insatisfação no trabalho, mas que, quando observados não levam à insatisfação. [...] Fatores motivacionais que influenciam a satisfação no trabalho. Realização, reconhecimento, progresso e responsabilidade são alguns dos mais importantes fatores motivacionais.

Teoria das três necessidades
Segundo Sobral e Peci (2008) a teoria foi criada por McClelland. Para ele a motivação se divide em 3 impulsos.
A necessidade de realização: vontade de realizar metas difíceis, coisas desafiadoras e de superar os outros.
A necessidade de poder: tentativa de influenciar e controlar as pessoas, ter o comando e a autonomia sobre todos.
A necessidade de afiliação:  vontade de aproximar-se dos outros, fazer amigos e evitar discussões.
 
Liderança
 
Conforme Sobral e Peci (2008, p.216) “liderança pode ser definida como o processo social de dirigir e influenciar o comportamento dos membros da organização, levando-os a realização de determinados objetivos.”
Ao referir-se a tal assunto Sobral e Peci (2008) mostra as pesquisas que foram feitas por Kurt Lewin , onde foi descoberto 3 estilos de liderança, são elas: liderança autocrática, democrática e laissez-faire.
Estilo Autocrático: é a centralização da autoridade e tomada de decisão. Nesse estilo o funcionário tem baixa participação.
Estilo Democrático: os funcionários possuem participação na tomada de decisão. Ajuda a decidir os métodos de como conseguiram atingir as metas junto com o administrador.
Estilo laissez- faire: esse estilo de liderança dá ao funcionário total autonomia, deixo-o livre para decidir como realizar o trabalho.
Para Sobral e Peci (2008) outro estudo feito, foi de Robert Blake e Jane Mouton, a grade gerencial. Esse estudo comprovou o que as outras pesquisas tinham notado.

Quadro1-Grade Gerencial 


Comunicação.

Na explicação de Chiavenato (2006, p.443) “[...] em um mundo onde a informação é rapidamente disponibilizada e compartilhada pelas organizações, sobressaem aquelas que são capazes de transformá-la rapidamente em oportunidades em termos de novos produtos e serviços antes que outras organizações o façam.”
Ainda sobre esse assunto Chiavenato (2006) a tecnologia pode ser fácil de conseguir mas o que faz mesmo a diferença nas empresas são as pessoas.

Conflitos nas empresas.

De acordo com Vecchio (2008) não dá pra controlar os conflitos, eles podem ter um resultado positivo e administrados de forma correta. O inverso também pode ocorrer se o administrador for ignorado ou tratado de forma incorreta. Os conflitos podem fazer com que impeça a realização das metas da empresa.

Referências.
  
CHIAVENATO, Idalberto. Administração Geral e Pública: teoria e mais de 500 questões com gabarito. 1.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,2006.

PERIARD, Gustavo. Tudo sobre a teoria dos dois fatores de Frederick Herzberg. Disponível em: < http://www.sobreadministracao.com/tudo-sobre-a-teoria-dos-dois-fatores-de-frederick-herzberg/> Acesso em: 20 nov.2016.

SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.


VECCHIO, R. P. Comportamento organizacional: conceitos básicos. 6. ed, Tradução Roberto Galman. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

domingo, 6 de novembro de 2016

A importância da contabilidade para o administrador.


O contador faz a mensuração do patrimônio e das escritas fiscais. Ele produz informações importantes para que os gestores das empresas possam tomar as decisões. Também fazem a filtragem dessas informações, passando somente o que interessa no momento para os administradores. A contabilidade acompanha e controla as contas das empresas. Essas informações devem estar direcionadas para cada área da empresa.
Para mais esclarecimentos acesse o artigo que fala sobre a importância da contabilidade na tomada de decisão. 



Luppi, Lupercio Fuganti et al. A Importância da Contabilidade para a administração. Disponível em <http://arquivos.suporte.ueg.br/moodlebetinha/moodledata/136/moddata/assignment/359/1102/Artigo_3_-_Importancia_da_contabilidade_para_a_administracao.doc>Acesso em: 29 out. 2016